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Moçambique recebeu menos de 10% da ajuda necessária para combater doenças após ciclone, diz OMS
03/05/2019

Surto de cólera na região de Sofala, atingida pelo Idai, foi controlado, mas risco da doença se espalhar no norte do país existe.

Moçambicano recebe ajuda após passagem do ciclone Kenneth na ilha do Ibo, ao norte de Pemba, em Moçambique. Imagem de 1º de maio  — Foto: Mike Hutchings/ Reuters

Moçambicano recebe ajuda após passagem do ciclone Kenneth na ilha do Ibo, ao norte de Pemba, em Moçambique. Imagem de 1º de maio — Foto: Mike Hutchings/ Reuters

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que Moçambique só recebeu até quinta-feira (2) US$ 3 milhões dos US$ 38 milhões necessários para conter em um primeiro momento as doenças como cólera e malária -- doenças comuns após desastres humanitários como os provocados pelos dois ciclones que atingiram o país com um intervalo de seis semanas.

A OMS, que apoia as iniciativas do Ministério da Saúde moçambicano na área da saúde, acompanha os esforços para recuperação da região em Sofala (centro) atingida em março pelo ciclone Idai, que deixou mais de 1000 mortos em decorrência dos fortes ventos e das inundações que afetaram parte do território por vários dias.

A situação foi agravada pelo segundo ciclone, o Kenneth, que atingiu a província de Cabo Delgado, no norte do país, na quinta-feira (25). Ao todo, mais de 2 milhões de moradores foram afetados pelas duas tempestades tropicais. Milhares de pessoas tiveram suas casas destruídas. Os sistemas de abastecimento de água e esgoto, onde existiam, ficaram seriamente comprometidos.

 

“Recebemos medicamentos, equipes médicas, mas dos US$ 38 milhões que precisávamos chegaram apenas cerca de US$ 3 milhões. Por isso, algumas das atividades que deveríamos levar adiante ainda estão comprometidas”, explicou ao G1 a Djamila Cabral, que representa a OMS no país desde 2016.

 

Até o momento, o governo e os parceiros têm utilizado recursos que dispõem para situações de emergência, mas essa verba não é suficiente para garantir a estabilização da situação, que ainda é muito grave.

 

“Os fundos de contingência do governo e dos parceiros estão sendo utilizados e estão dando resultado. Até agora temos feito tudo o que é preciso. Mas, se ficarmos assim, dentro de um mês não vamos poder fazer tudo o que teria que ser feito”, explicou Djamila.

 

 

 

Fonte: globo.com
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